terça-feira, fevereiro 23

Exposição André Ducci - Curadoria Karen Tortato



Serviço:

Exposição de André Ducci “Esqueletos são simpáticos”.
Curadoria: Karen Tortato
Apoio: Arte Independente e James

Dia 26 de fevereiro, 19:00 no Centro de Criatividade de Curitiba.
Iniciativa da Fundação Cultural de Curitiba.

terça-feira, fevereiro 9

Para Ju

Gata garota
Menina travessa
Goria fortuna
Me deixas assim
Feliz

Menina sardenta
sorriso de li...MEIRA
dentinho de não coelho

Tua alegria me desperta
O zumbi que existia em mim

Adoro te com certeza
vou com você até na Igreja
Rezar e comer quindim

Casar é o futuro
Separar arroz é chato
Melhor comer na rua
Pedir um dogão!

gosto do teu jeito
Alegre e descontraído
Decoro esta letra com rimas lindas
Pra cantar de noite...

Pra vo-xê

e viva o Jorge tamBEN

quinta-feira, novembro 19

SO LOVELY

HERMANITO

Adoro conversas surreais. Aqui hoje com meu melhor amigo e hermano:

Eu: Porque você não gosta mais de mim?

Heros: porque vc me esnoba

Eu: eu não te esnobo, eu idolatro em silêncio!

Heros: hahaha

Eu: E me chicoteio todo dia porisso, hahahaha. Nêgo, você é loucão!

Heros: so lovely

terça-feira, setembro 22

MURO TOP VIEW COMO SUPORTE PARA 30 ARTISTAS




Música no muro


"Elas sempre quiseram fazer um trabalho em dupla e a oportunidade aconteceu com o convite da View Editores para que a designer e ilustradora Karen Tortato e a designer e artista plástica Daniela Baumguertner se inspirassem na música e soltassem o braço no muro da View Editores. Daniela tem a cena urbana como inspiração há tempos e Karen sempre utilizou a música em seus desenhos. "A gente procurou retratar a música através dos sons da cidade, da efervescência de uma multidão, do agito da metrópole que aparece sob a forma de elementos gráficos. É um burburinho! Uma música contínua que não pára nunca, pois a cidade não dorme", dizem as meninas. Elas fizeram uma colagem digital de imagens com fotos originais de artistas e construíram o desenho. "O bacana de fazer intervenção urbana é a sensação de libertação da sua arte para o povo. Sair do ambiente dos museus e misturar..."



Matéria da Top View

Este mês a Revista fez um lindo encarte de postcards com todos os 30 muros que fizeram parte deste projeto!

Beijos e comprem a Revista!!!

E a cidade esvazia

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Saturnaliando alguns projetos aqui! Como uma "pessoa cidade viva" que curte contar para todos o que acontece na pequena metrópole, este artista é um dos "meus". Divulgar, produzir é uma das minhas obrigações divertidas para estes frutos madurinhos do meu Pinheiral. Confira o trabalho de Caio Marques que também faz parte da banda Bad Folks e baixe as letras aqui: http://www.caiomarques.com

Este projeto do TUC (Teatro Universitário de Curitiba) com o Curitiba Sônica, visa trazer à tona os talentos poucos conhecidos mas de grande visibilidade hoje na cena musical de Curitiba. Para saber mais do projeto: http://www.curitibasonica.com

Ou venha falar comigo! Isto também é Saturnália nas cidade!
Beijos e boa semana com muita música!

sexta-feira, setembro 18

CAIO MARQUES NO TUC ESTE SÁBADO!


Curitiba e Karen Tortato convidam você para ir ao evento "Caio Marques e sua babel sonora no Curitiba Sônica" - sábado, 19 de setembro às 20:00.

Evento:
Caio Marques e sua babel sonora no Curitiba Sônica
Data de início: sábado, 19 de setembro às 20:00
Término: sábado, 19 de setembro às 23:00
Local: TUC - Curitiba

Karen Tortato para http://www.saturnalia.com.br

quarta-feira, setembro 9

A Síntese da essência é que o agora é a eterna alegria

Alegria, culto ao Logun Edé e Itamar Assunção em tributo, festa do infinito, amor no elevador, conquistas e troca de olhares apaixonados, escárnio da ética, piadas, risos, linguajar chulo. Tentar convencer a todos que viver com alegria e estar bem consigo mesmo é melhor que ser triste e achar que viver na Macedônia é melhor. Acreditar nos seus objetivos e principalmente se divertir. É a síntese da essência...

E Itamar Assunção (que não significa pedra-mar, e sim palmeira do deserto como disse sua filha) fecha o ciclo de chuvas e dúvidas, segundo seu discípulo maior, André, o filho do Ravengar. Obrigada pelo belíssimo "não show" e a troca de alegria e risos, lágrimas de emoção. Assim foi o "Workshop Show" de André Abujamra ontem no Teatro Universitário de Curitiba (TUC). Excelente performance da sua amada cozinha com João Igashira e sua linda esposa Melina Mulazanani que detonou nos tambores. Algo de infinita beleza e com certeza, meu dia será mais alegre.





Serviço


O show continua hoje no TUC no horário paralelo de 19:42 com preços de 15 e meia de 7,50 e 2 lugares especiais de 50,00 (?)

Síntese da Essência apresenta o conceito de não show de André Abujamra e terá participação de Melina Mulazani e João Egashira.

Sobre André Abujamra
André Cibelli Abujamra é cantor, compositor, multinstrumentista, produtor e ator. Já atuou em vários filmes brasileiros, como Cafundó (2005), Achados e Perdidos (2005), Carandirú (2003), Durval Discos (2002) e Bicho de Sete Cabeças (2001).
Na década de 80 criou junto com Maurício Pereira a banda Os Mulheres Negras, que produzia música pop experimental com instrumentos eletrônicos. Após algum tempo participou da banda Karnak, e hoje atua em carreira solo.



Isto sim é Saturnália.
Felicidades até dia 18, Lua Nova
Karen Infinita Fortaleza Tortato
http://www.saturnalia.com.br

Meu Tio Frank Vegas

Durval Discos

Meu tio Frank Vegas chegou da reunião de fascistas compositores, meio bêbado. Ele passou a tarde puxando briga num bar por causa de peitos novos e acabou se dando mal por umas fatias daquele bacon. Sua cara ardia e sua barba raspava. Era um dia de chuvas torrenciais em todo lugar. Uma bestialidade de fatores estranhos metereológicos vinha acontecendo e neste turbilhão de horas perdidas vendo o céu de brigadeiro virar um pandemônio, senti a voz do meu tio contando que precisava sempre ter muito dinheiro para poder cobrir os caprichos que algumas meninas exigem em troca de sua atenção. Suas axilas fediam bacon, outro cheiro tenso era o de parmesão. Meu Tio durante anos me importunou com colheradas de queijo Cheddar, agora, depois de anos, o cheiro do ralo o perturba mais que tudo e ele teima em pedir pra pegar suas abotoaduras de dentro daquelas calças sujas. Ele poderia ter vivido anos com aquelas raquetes de tênis e suas coleções de aromas perturbadores. Ainda sinto o cheiro do saco do Tio Vegas em mim, sinto o cheiro ocre de sua pele imunda e suada. Tio Vargas, tio Vegas colecionando chaveiros de motéis baratos nas suas viagens pelos desertos americanos. Como eu gostava de sua câmera LOVE. Me percebi vomitando sobre sua calça branca quando vi o Tio tirar o aparelho de tortura e flagelo da caixa de guitarra....

continua...

quinta-feira, setembro 3

ACUIO 36 Porra

"Poesia para Acuio barra 36 vidas de um gato!"

Terra chama Joaquim Acuio, o globeleza dos astrólogos mais partidários da natureza (rima ruim)
estou aqui em Santa Tereza, tomei quase 6 litros de cerveja, a febre suína passou, o trem que me largou no Brooklyn
quebrou, mas meu coração não é Auviverde, passei raspando de uma sirene.

Fui presa em Newark, bebi demais, cortei os pulsos, caí pra trás
Continuo sorrindo, vendo virginianos progredindo e eu surtando depois do hino (do timão)
Nixon dizia, em Michigan, que depois da crise automobilística, ninguém saía pelo ladrão
Que Guerra e Paz e Watergate eram marcas de sabão, minha gente

Corri o mundo de alto a baixo e agora sonho com a bandeira da Fanáticos
torcer pelo São Paulo? time de gay, no way...
Correr ver o grito da Paulista?
Encontrar meu amigo descansando na brisa de uma Augusta poluída, lendo livros e falando
Sobre Mitos, sobre Terezas, sobre suas proezas.

E discorrendo sobre litros, ouvidos e campanhas anti-tédio
Meu Acuio cheio de alegria que busca na vida
a não letargia, a falta de preguiça o trai e daí ele também se esvai
Se colore de várias vestes e sai correndo atrás
de bruxas do oeste

depois volta coçando a perna e diz que testes de psicoloia não se internam
Basta na sua excentricidade soltar a pena, escrever poemas, arrumar a casa

E mudar de vida, descontruir a linha e voltar ao início...

Cansei de rimas"

Karen Rosa Begônia

Associação de Roberta, de Mônicas...de Rosas



Livre Associação de escárnio
De peixes betas, de moluscos alfas, de ouvido na porta
Livre associação de bebedores de vozes
De luares à luz da sua porta
De estar prestando atenção não mais à sua sombra
Livre associação de poetas incapazes
De colas tenazes
De delírios e de pescoços
Do ode ao rancor à bela silhoueta sua, minha, nossa
Associação dos parasitas enrustidos
Encravada numa zona de perigo
Associação de nomes científicos, de plantas e de fantoches, de homens
de plantações inócues
Associaçãodo bar numa tarde
da vontade decontinuar vivendo, ardendo, escolhendo e não mais pensando...

Associação das criaturas equivalentes?
Não! Inteligentes? Também não?

Associação é uma questão de pele
de febre, de encontro, de feromônio, Deus Apolônio
guardas de trânsito, quebras de sigilo
cartão do prazer, banco sem limite
Associação sem portas, sem vínculos
puramente banal, deixa estar - sangrente, bilateral e talvez, não menos sexual.

Associação de palmares, de Pilares, de santos
de padres, eufemistas, hedonistas
capatazes e coronéis
Associação de uivos e sussuros, de fofocas, de coisas
amarelas

Elegantes, picaretas, cadelas
Associação, de animais, de imortais
De palavras, de coisas do mar...
Da vida no cais, de Vinho do Porto
Bati o morto

Estou pronto, estou colosso
de Odes, de Ades, de liquidificador, de farmácias, associação de venenos
choconhaque, pinga, amarelo
doce de queijo, de beijo
Associação de junho de oportuno pensamento, de um s´ø momento
De cantares, de lugares, de Antonina
de ser menina, da minha tia, Associação de amigas
da Sororó, da minha gente, minha vó...de junho

de fuligem, aprendizes, maldizeres...correntes, associação da reza
da hera, da planta mexida com álcool, da benta, cana benta?
Batida de samba, não....mão, de mambo, de quiabo, batida de pera, de associação...

das macumbeiras, das pombas aladas, das massas geladas, das cobertas transadas
transadas, do sofá arranhado, do cabelo pintado, de todas as praças,
das abas, dos meandros, dos leandros e limões e Joões e alemões....


Feliz Junho de Inverno, feliz verão de novembro

Karen Rosa Begônia

sábado, agosto 8

Ondas e Luas, mulheres (uma conversa sobre navegação)


Hokusai - A Onda

Tatuador metido a besta não acha legal eu usar uma onda na minha própria "costa"?

Bem, segue o post que fiz pro Saturnália.

Agora escrevo ou não (como ele diz), neste site delicioso chamado Saturnália!

Passeando com Acuio e falando de marés, mulheres, dinheiro, homens e hormônio pra cavalo, além do engodo da psicologia e outros assuntos afins:

Segue aqui:

O esforço é grande, o homem é pequeno,

Eu, Diogo Cão, navegador, deixei

Este padrão ao pé do areal Moreno

e para deante, naveguei

A alma é divina e a obra é imperfeita.

Este padrão signala ao vento e aos céus

Que na obra ousada, é a minha parte feita:

o por-fazer é só com Deus.

E ao imenso e possível oceano

Ensinam estas Quinas, que aqui vês.

Que o mar com fim será grego ou romano:

o mar sem fim é português.


Fernando Pessoa


Como este poema, o navegador Amyr Klink atravessou os perigos do Atlântico Sul à bordo de um barco à remo, coisa praticamente insana naquela época e com ajuda da alta tecnologia e várias inteligências de navegação, ele partiu do porto de Lüderitz, na costa da Namíbia, África, o navegador então com 29 anos de idade aportou solitariamente cem dias depois na Praia da Espera, no litoral baiano. Em 18 de setembro de 1984 aportou em Salvador, sendo por “navegador solitário”.

Em seu livro, que li como forma de superar meus medos diante de uma espera infinita que dura 4 anos, recebi uma força excomunal de fazer acreditar naquilo que a gente busca. Aja fôlego, obrigada pelas forças do mar e de meus amigos saturnálicos. Fora isso, fora ler o livro na espera do meu tão sonhado VISA, com a minha luazinha de capri entrando em meu porto de aguadeiro, me chamou atenção a passagem onde ele, Amyr se orientando por barômetros e bússolas, por famílias de peixes dourados que o acompanharam demonstrando confiança no ritmo, ataques de tubarões gulosos por marcas no casco, por colônias de larvas, atormentando por baleias gigantes e as incíveis ondas regidas pela Lua, trancrevo aqui alguns detalhes que me chamaram atenção no livro, parafraseando um post do Acuio (que cito mais abaixo) sobre as viúvas, naturalmente falarei de mulheres e suas luas.

Acompanhem o que Amyr Klink descreve sobre a nomenclatura divertida das ondas, que de acordo com as Luas, se comportam como mulheres em períodos de nascentes ou crescentes humores, enigmáticas formas de acordar e supreendentes formas de dormir, mulheres ondas que de ciclo em ciclo assustavam o navegador, ora como viúvas, ora como amantes, ora como madrastas impiedosas e más…

“E, assim, entre discussões e mal-entendidos com as ondas, passei a coviver suportavelmente com seus humores. Senti que não deveriam ser xingadas quando me enfureciam, pois sempre respondem à altura.

Desse forçado relacionamento, surgiu, no meu diário, uma classificação não muito ortodoxa para as ondas…

As Madames

Ondas imensas, com cristas e colares formando muito espuma branca, mas que, com toda pompa, não me faziam mal algum.

As Fresquinhas

Não eram grandes, mas sempre se sobressaíam.

As Cuspideiras

Pequenas e mal-intencionadas e nunca deixavam a roupa secar direito, pregam peças e são de lua.

As Comadres

Parecem amigas, mas não são de confiança. De vez em quando acertam o barco por trás.

As Perdidas

Chegam com a lua nova e o mar agitado, atacando por todos os lados, tontas, cansadas, chegam a 9 metros de altura e me deixam desprotegido e vulnerável.

As Viúvas

Nunca avisam a hora de chegar e são impetuosas, silenciosas, insistentes e caem repentinamente conforme a Lua muda. Desaparecem por tempos e voltam quando algo está normal.

As Madrastas

Com elas é capotagem certa.

E você, mulher? que tipo de onda você está?

Pra relembrar mais um pouquinho da Rua Augusta, uma parada nossa pra ouvir na loja, pra ouvir Adriana Calcanhoto, que é Lua em Capri como eu:

Marítimo de Adriana Calcanhoto

Beijos da aguadeira sonhadora Karen “alga marinha” Tortato


legenda da foto:
A Onda de Hokusai: que será tatuado nas minhas “costas marítimas” hora dessas.

GRIPE SADIA

Pare de me atormentar com esse papo de gripe porcalhona e vá lavar as mãos e comer frutos. Estive uma semana em SP, andei pra lá e pra cá e vi um em cada seis mil e oitocentos paulistanos de máscara. Ridículo! A gripe sazonal ano passado matou 4500 pessoas, e isso ninguém sabe. Pior aqui em Arkam Asilum City (como diz meu astrólogo-amigo), muito pior aqui o pânico.

Fui no Parque Buenos Aires brincar com o Pedro e a Je de fazer bolos e castelos de areia. Milhões de babás e mamas numa boa, se auto-infectando. Odeio medapânicahorrora (lembra Crizi?). Porque na década de 50 a gripe espanhola mata mais que bala de carabina!

Veja o video abaixo, tome água, coma mais azeite de Olívia, mais frutos elave essa mão, pronto! Tome 100 litros de água e me deixe em paz!


http://www.youtube.com/watch?v=SmpelduRY3I


Realmente, gente (paulistano adora falar "gente", assim como os curitibanos jovens falam "massa"), o cigarro mata e entope o pulmão de ácaros fuliginosos de muita coisa que afeta o sacro-santo corpo do "cerumanu" aqui. Fumei aos 14 anos porque era meio glamour 80, mas hoje faco natação duas vezes por semana e meu pulmão necessita urgente de paz de ar!Por conta da proibição fascista de não poder fumar em lugar nenhum, aderi à uma eterna garrafa de água portátil e evitar a vontade com adesivo e pasta de dente, ajuda...acho!
Recém tragada pela megalópole e com sede de revanche por lá, mêmo! Vamo que vamo! Boa madrugada! Bom dia!

Karen "dentes brancos e hálito puro" Kolynus, ahhhhhh!

quarta-feira, julho 29

I´ve got your number

FASTER AND FASTER...


I've always felt so scared of all this needing
Everyone that I've met has been somewhat mistreated
That's how it feels when you know that something's wrong.

Then you came along like a swan off of the lake
You flew across my eyes and out into space,
And I ran and I crawled and I chased to get out fast.

That's what I did... (Whoa! )

If there's just one thing you got to remember;
Is to write down your name and your phone number
That way I'll have it and we'll make something out of this mess, oh!

And if all else fails then the ship won't set sail.
God forbid but I guess the both of us will bail
But as far as I can tell I think things will be swell.

Have you seen me cry tears like diamonds
Down and down they fly, faster and faster like the speed of our love
Batting a thousand, but a homerun crack at love
This is where I tell you that, I know love's what I need to work at

So now the two of us rely on each other
With our premonitions out in the gutter
Who would have thought that I'd make it this far

I'll make it seem like I'm stronger but I'm quite the actor
And now I'm so caught up and I can't escape this pattern
But when I started losing hope, there you were, there you bloomed

Have you seen me cry tears like diamonds
Down and down they fly, faster and faster like the speed of our love
Batting a thousand, but a homerun crack at love
This is where I tell you that, I know love's what I need to work at
(Whoa! )

Diggy diggy diggy diggy diggy boom boom!
Diggy diggy diggy diggy diggy boom boom!
Diggy diggy diggy diggy diggy boom boom!
Diggy diggy diggy diggy diggy boom boom!

Have you seen me cry tears like diamonds
Down and down they fly, faster and faster like the speed of our love
Batting a thousand, but a homerun crack at love
This is where I tell you that, I know love's what I need to work at, oh
What I need to work at, oh


em breve estarei no http://www.mondobacana.com normalmente

terça-feira, junho 30

Frase do dia:
enochato é tão chato quanto ecochato e viajoomundochato!
Suzanne Vegas chata

sexta-feira, junho 26

Chuck Violence, um dos melhores One Man Bands!


Foto por Adriana Vecchi


O show do projeto Wonkabilly, domingueira que vem acontecendo faz um pouco mais de 1 mês no Wonka, fechou a noite do último domingo com um monobanda muito competente. "Ele" se chama Chuck Violence and His One Man Band from Blumenau. Eu cheguei com pressa de ver o show do rapazinho que até então havia tocado no La Lupe numa Invasão de Monobandas recentemente.

Termo esse muito original pra descrever estes "one men bands" que geralmente seguem um padrão, uma lógica, de ter uma bateria, guitarra e vários instrumentos de apoio, sejam guitarras, pedais, auto-falantes e gaitas. O que a criatividade musical mandar embalada num espetáculo de pernas e braços se movendo incansavelmente, eles são capazes de provar que fazem.

O processo One Man Band é um polvo barulhento que pode espirrar tinta musical, desde covers até versões mais loucas de músicas conhecidas do universobilly ou não. No caso do pequeno e venenoso Chuck Violence isso vai se esgueirando por influências que vão do country, blues, hillbilly, jazz, soul, punk, trash e garage.

"Introducing", que é a música de abertura, é uma cavalgada, assim como ilustra a camisa do dito cujo no dia do show. (Inclusive me apeguei à camisa por achá-la super inusitada no momento, mesmo!).

Ferradura pura de um som mais linear do antigo pesado-quebradeira, com um quê de mexican-texas. Esta música me lembra o arranhão de um Robert Jonhson caminhando enlouquecido pelos desertos nunca antes trilhados. Música bárbara e irada, por vezes sinto mais que um cara golpenado guitarra totalmente acústica e barulhos dos metais longínquos provocativos e ensandescidos. Vocalização maldita pra alguém de um porte tão pequeno que consegue arrancar o melhor dos instrumentos sem misturá-los e sem fazer parecer algo distonante porque esse é o estilo Chuck de fazer bagunça.

Na sequência do punch com guitarra, muito bumbo e um auto-falante, ecoa na voz de fundo do cara Chuck, a música seguinte "Hey! Bo!", não menos caótica e existencialista das pradarias, porém mantém a a linearidade das sequentes batidas esquizofrênicas, uma voz bela e uma atitude punk dentro do contexto caipira irado na música do pequeno notável.

Gosto muito de "When The Saints Go Marchin' In" porque me lembra aquele antigo caipira americano negro que já falei, o Robert Jonhson com toda carga mexican-aire-flamenco e roots nas guitarras. Aterrorizante.

Em "Mamma Pankake" uma dominada introdução muito mais psycho que billy. Rapidez junto ao auto-falante e o discurso inquietante desta bela canção mais pesada e com sopros temáticos de um apito jazzístico totalmente inesperado na canção.

Acertativamente sinistra é "My Woman Down" que leva ao fundo do poço numa marcha-lenta de terror e sarcasmo. E por ai vai, este novo e mais afinado membro da equipe "One Men." Escapulindo de leve da velha fórmula e nos tecendo os ouvidos com meandros de discuros; um bem mais diferente que o outro. Banda ele, que segue os preceitos de Reverend Beat Man. Chuck Violence é alguém que pegou bem os sons nostálgicos dos anos 60 mais uma violência punk mexicana e sulamericana, mesclado no puro rock' n' roll de DM Bob. Vindo de uma cripta sulista de um calibre cheio de humanidade com muita delicadeza e peso. E acompanhem o trabalho genial de Chuck Violence pelo My Space e sigam os bois. "One Men from Blumenhell" veio pra ficar por estas pradarias geladas e ferventes de boas iniciativas e ouvidos ávidos!"

Chuck Violence é um extraordinário One Man Band, nascido no Brasil, emigrou para o México levando na bagagem o seu demente e extasiante cocktail de blues-punk com sabor a "tequila-twist", "Bandolero Mexicano" é um disco obrigatório, quatro canções que provocam graves e incuráveis sequelas quando as escutamos, pois damos por nós a trautear as suas melodias sem nos apercebermos, arribaaa! maravilhoso "bandolero". Rock Around the Blog

Set list
1. Introducing
2. Hey, Bo!
3. Mama Pancake
4. Gunfighter
5. Fish Fight
6. Blues is a Woman
7. Sweet Home Chicago
8. After 8' Man
9. When The Saints Go Marchin' In
10. Sailin' On
11. Carmen
12. I saw a Devil
13. Mojo Workin'
14. La Pomata
15. Waddlin' Around

MySpace

Sexta com SARTRE

by JLB

" Pouco me interessa, o diabo (bis)

Ele só recebe as almas
Mas não é ele quem as condena (bis)


eu só me digno a ter
Négocios com Deus

Deus, Deus me fez
Ele sabe que eu matei!"

Musicado por Igor Matuzzi

quinta-feira, junho 25

MEU AMIGO CAIO MARQUES



IMPERDÍVEL!
O compositor curitibano Caio Marques lançou seu segundo trabalho solo: o EP Cidade Vazia, que dá continuidade à sua busca por um estilo original em letras com clima noturno, histórias de fracassos amorosos, boêmia e um olhar subjetivo sobre a vida nas cidades, regadas com influências diversas, do hip-hop ao samba antigo, passando pelo folk, bossa-nova e música eletrônica.

SERVIÇO
DIA 1 DE JULHO DE 2009
VOX BISTRÔ
O SHOW COMEÇA `AS 20H30
Double dring de Chopp, etc


Vão lá!