Transport, motorways, and tramlines
Mas, menina, vai com calma Mais sedução nesse grasne: Carnalmente eu amo a alma E com alma eu amo a carne.
quarta-feira, junho 10
Agora em 2006
sexta-feira, janeiro 16
sábado, novembro 5
Ramones
Tropical
Quando o universo consegue beber Marguerita. Segue a Rapsódia goles de Bohemia. Ninguém precisa se contentar com justificativas e ambiguidades ou relativismos desconcertantes. Uma nova era se foi e hoje você nem é metatarso do que já foi. Leremos velhas bulas na praia dos remédios e aprenderemos a desentupir ralos e engolir sapos pra sobrevivência da arte em face do declínio da sócio idade média confusa e abalada por agromanicos e ricaços produtores do meio inerte.
Sei bem. Sabe lá.
quinta-feira, maio 6
Vanos ser gostosas
É raro. Acontece e vai contiuar. Como uma menbrana. Ser é se saber e vai além do seu pontuado limite.
As coachingis coaxam mil eternos rótulos de beleza
Seja linda. Amiga.
Putrificação ê gestão de danos. Bicha-se. Nào se reprima.
domingo, fevereiro 14
sexta-feira, setembro 11
Roupa antiga
A roupa gasta. Com alguns consertos.
De repente tudo ruiu.
Tenho o tempo. Bem preciso.
E não fui. Nem apareci.
Um livro datado.
Tenho tempo, ... vou fazendo.
Nada é amanhã. Eu demoro a acostumar.
Minha vida é um lento. Tormento.
Demoro acostumar.
Um vazio. Esticando a mão nos teus livros
Quando você me diz o que fazer
Tem tempo. Teu tempo. Eu faço o que você diz.
Ratos roendo um livro. Sabe o que vou fazer. Ir embora. Pra não voltar mais.
Tenho tempo. Não vou demorar. Avida me deixou tão pouco.
Acostumar. Deitar.
Acostumei com a vigilância, teu afago, tuas datas. Morri entre ratos dentro de livros.
Te deixei esperando, não apareci. Ruí.
Um rato, um mistério, uma rachadura bem bem grande.
No meu peito.
Espero você.
Durmo
sexta-feira, março 13
Céu de Saturno
Lua é Moscou? E o sagitário da minha esperança de guerra?
Falei. Desfaleço. Feliz. Ou eu oito. Aprendiz. Apren-dizendo. Então. Vou com a chuva. Mar....ar. Terra me noja. Hoje pretérito. Me ajuda, futuro.
Desfaleço. Dedo gordo. Celularmen-se, me atropelam, erro. Convosco chamo. Sol é tudo.
Solitude.
Eu ausente.
Presente. Merende-nos.
Saturnálio-vos.
Lua me
Amigo nos
Saudemos voz
Tem vezes que só tua alma poderia me captacionarme
Captia, capti prima vera veroncindência. Providencio do meu esgoto esgotando sol e mar.
Lua e ar. Soliquoquando uma dúvida vertigem dos seres.
Celestiando mil dores. Peitando horrores. Saboreio coisas.
Vou espalhafando meus pensamentos. Dedo gordo.
Ódio ogro. Dor acima. Sina abaixo.
Ventre retrátil. Eventualmente lhe imagino.
Cores açores. Cores nubladas.
Alegrias veladas. Pensamentos. Momentos. Perdi a noção. Hei! ☆
Navio. Almirando capitaneando. Corcorrendo. Inventando. Palavreando. E nada digo. Sigo. Tentando.
quinta-feira, abril 11
Sr. Francis
quinta-feira, março 14
André Sakr - RIP. Meu HIT
Sakr.
Existiu em minha vida, minha
via, Vida antes, Vida depois de André. Fui coroada pela mágica de andar por perto, estar esperta, sempre atenta aos menores estampidos. Suores e rugidos.
Lamentos de uma uma quase draga de fogo.
Era eloquente, gritante e pungente.
Seu urro me transcorria a espinha dorsal. Era um animal.
Eu o domesticava e não o entendia, Eu me punia. O abraçava e via. Que naquela pele de lobo circunspecto reinava um ser quase um Deus, meu objeto.
Puro afeto.
Eu era um andar, ele, a objetar, ele a declamar, Em lágimas de fogo e estopa...seguimos.
Eu era uma Fenix, ele, algorritmo, um tear, um lamentar, entre trevas percorríamos juntos, sempre parceiros num mínimo olhar.
Ela, eu, eu era....você me desvendou, numa batata, uma hachura, uma letra, um poema, uma estrofe...um doce, uma loucura, uma anedota, um cuidado, um terrível olhar. Vou sempre pra sempre te amar!
quinta-feira, janeiro 10
Automatobiografia
Amadureci muito cedo e retardei muito tarde. Como um efeito borboleta Benjamin Button. Minha história foi de trás pra frente e no meio do caminho fiquei entre a força motriz e o samba de raiz. Hoje não escolheria certas cores tão fortes como o roxo e verde-limão ou também não engoliria tantos sapos ou baratas por tão pouca emoção. Meu medo é a paz demais. Minha busca é a paz frenética. Entre dentes de uma nascente cheia de céu da boca, adquiri o conhecimento mas faltou a constância.
E na estância dos fatos, jurei mais fotos, porém o estado laico de um rosto opaco me deixa sem sorrisos. Os dentes caem, os moles endurecem, o cabelo perde o viço. O tônus o vigor, o tonner acabou, a tinta desbotou, o ar ficou pesado e continuo cometendo os mesmos erros do passado.
Na jornada mascada de sorrisos e atitudes semi-mascaradas sobrevivi aos mais terríveis dilúvios.
As lágrimas jorravam, o gosto perdeu a doçura. Só sabe disso quem ainda me atura.
Nem só de lamento se mantém o tegumento. As plantas continuam a crescer mesmo com a dor da perda da flor, da prematura miséria e do insucesso insosso do ter.
Tenho nada e nada me têm, tenho 2 pares de coisas e infinitas curiosidades científicas.
No sobral, no pinheiral, a vontade de sempre ir, mudar, seguir. Um barco no oceano é a quantidade de tempo ano após ano. Mudamos a mentalidade dos precoces, dos atrozes e das bestas...
Nem fizemos tanto, passamos, passei, em poucas provas, em poucos testes e muitas provas na selva, quebrando galhos, escondendo-me em atalhos. Um pouco Bukowski demais e às vezes uma cozinheira normal ou até um autoritário capataz.
E assim vou levando, também esperando, também pensando mais e correndo menos, lutando mais. Se eu morrer quero um crematório e no máximo um oratório, uma lata vazia e as cinzas navegando no Rio Belém.
dentro
fora
na ponta dos meus dedos
e nas bordas do meu cérebro
e em centros
centros
do que eu sou do
que restou."
Charles Bukowski
quarta-feira, junho 22
Baseado em Antharius
De vento
Nos cabelos
A madrugada liberou um pesadelo
Sonhos
São anseios de desejos triviais
Sua mente
Libera as paranóias que consegui encarnar
No meio da pradaria
Tinha um animal morto
Crucifiquem-me em Antharius
Nome da seda
Meu inverso foi melhor que o seu
Ontem à noite cumpri o pecado
Alucina em meus braços
Gela seu pescoço em meu soluço
Até aí tudo bem
Eu sofri e alguém me bateu forte
Alma descambida
Lágrima absorvida
Continuar a ser Deus?
Pensei que não existia amor e fome...
sexta-feira, novembro 29
quarta-feira, outubro 16
Ava Gardner Heros
"Os homens que usam brinco são drogados!" Bruno Aleixo
O show do Black Sabbath em POA Brasil
Fomos a Porto Alegre ver o Black Sabbath dia 9 de outubro de 2013. As passagens aéreas e ingressos já estavam comprados desde junho e a expectativa era alta. Em 2011 fomos (eu e meu marido) no show do Ozzy em Porto Alegre e adoramos. O show foi no Estádio Gigantinho, do Inter, super organizado, sem empurra-empurra, vários dinossauros do rock, crianças, adolescentes, lindo! Ah! Vários telões circulando e isso fazia com que o show pudesse ser visto de qualquer lugar sem precisar gastar um VIP.
Ledo engano no último show do Sabbath em Porto Alegre. Estacionamento da Fiergs era o local, um baita estacionamento de concreto. Mesmo o ingresso sendo caro para a pista, fomos. Decepcionante o lugar, na minha opinião, produção péssima. Como não tinham telões altos para o público de trás. Simplesmente não dava pra ver nada porque o palco era baixo, o terreno plano. Na pista, centenas de pessoas se empilhavam e se armavam de celulares para filmar o show. Eu vi um pedaço do show na frente, um tico no meio e algo da banda na música Black Sabbath, uma das mais perfeitas execuções que já vi na vida, de relance.
Sem delongas e sem táxis para levar quase 15 mil pessoas na saída. A prefeitura cedeu uns ônibus e fomos embora. Quase 1 hora e meia depois estávamos no centro. Quem não foi de carro, basicamente penou.
Valeu a pena apesar disso, foram 16 músicas impecavelmente apresentadas. A dupla Geezer (baixista) e Tony Iommi (guitarrista) estavam operando uma orquestra maravilhosa. Sem eles, nada existiria. Ozzy reclamou da canseira do público: "Cuco, cuco!" e deve ter percebido na platéia super jovem, um desconhecimento dos clássicos, as mais antigas e uma volúpia nas músicas mais conhecidas, tais como "War Pigs", "Black Sabbath", "Iron Man", "God is Dead" e "Paranoid".
Pra mim, as músicas mais lindas e que quase chorei foi "Behind the Wall of Sleep" e "Iron Man", principalmente porque eu estava lendo passagens da biografia do Tony Iomm, que se chama "Iron Man" e estava apaixonada pela história de vida do cara. Além de ser o grande compositor ao lado do Geezer é um Deus segurando aquela guitarra.
Tommy Clufetos substituindo Bill Ward na bateria parecia o Ward nos anos setenta, inclusive na indumentária. Não deixou a desejar e mostrou a que veio quando o show foi cortado na metade pelo solo em "Rat Salad" (Followed by Tommy Clufetos Drum Solo).
O show de abertura, banda Hibria, heavy metal tradicional gaúcho foi bom, com platéia regional cativa e Megadeth fez um excelente show, perfeitinho com recursos de imagens muitas vezes exagerado para compensar os efeitos na voz de Mustaine.
Total de quase 6 horas em pé porque a estrutura do lugar não dispunha de banco algum, só o chão. Saldo: pessoas cansadas demais na platéia, quase bobas e insoladas se apertando como podiam. Mas show de metal é isso, tem que ser macho pra encarar!
Wake Up Dead
In My Darkest Hour
She-Wolf
Sweating Bullets
Kingmaker
Tornado of Souls
Symphony of Destruction
Peace Sells
Holy Wars… The Punishment Due
Into the Void
Under the Sun/Every Day Comes and Goes
Snowblind
Age of Reason
Black Sabbath
Behind the Wall of Sleep
N.I.B.
(Preceded by “Bassically” … more)
End of the Beginning
Fairies Wear Boots
Rat Salad
(Followed by Tommy Clufetos Drum Solo)
Iron Man
God Is Dead?
Dirty Women
Children of the Grave
Paranoid
O endeusamento da infância
Hoje assisti um psicólogo infantil no Bom dia Paraná falar sobre o endeusamento e supervalorização da infância nos dias de hoje. Ele dizia que hoje os pais criam os filhos com um grau de proteção e quase sem exigências de responsabilidade. Engraçado que é bem isso.
Outro dia vi uma mulher com uma menina de uns 2 anos e meio na lanchonete. Ela perguntava se a menina queria suco ou refrigerante. Achei aquilo um absurdo. Se eu fosse mãe, nem perguntaria, daria o suco e ponto. Principalmente porque o suco é mais saudável e porque quem decide nesta idade o que comemos são os pais ou tutores. Uma criança pequena não deveria decidir se quer salada ou batata frita.
Fico triste de ver os pequenos ditadores à mesa fazendo birra e exigindo de pessoas mais velhas, cardápios especiais. Estas crianças que depois vão à escola e ficam inquietas na cadeira na sala de aula, competindo para ver quem tem o celular e o tablet mais moderno, fazendo o professor de gato e sapato. Alguns pais deixam a função "modo" educar para o pobre do professor. Antigamente a criança deveria vir educada de casa, mas o que se vê hoje é aluno agredindo professor, rindo e fazendo pouco caso.
Sei disso e me sinto à vontade pra falar porque sou casada com um professor universitário que tem nas salas de aula dos dias de hoje, alunos maquiavélicos, sem educação, destemperados e ameaçadores. São pessoas no auge dos 20 anos de idade que são trainées no mercado de trabalho e dizem para o professor se calar abertamente e sem vergonha alguma. Estes "jovens" serão os adultos no mesmo mercado de trabalho. Jovens cujos pais fizeram toda sorte de vontades e não foram acostumados a esperar tampouco batalhar por algo. Tiveram tudo na mão e não aprenderam bem a ouvir a palavra não sem a justificativa do porquê.
A educação privada em muitos casos, trata estes alunos como clientes. Os diretores são hoje Gestores e exigem da equipe: resultados. É o comércio da educação.
Me perdoem amigos e parentes com crianças pequenas, mas aqui é meu blog e falo o que penso. Aqui não é a Rede Social da moda onde se explana uma opinião recebe uma saraivada de balas. Fico triste ao ver a quantidade de brinquedos que as crianças ganham hoje somente "por existirem".Pais subjugados por seus filhos por que sentem culpa por não poder estar à disposição deles o tempo todo.
No meu tempo de criança eu tinha uma mesa farta de legumes porque era o que tinha pra comer, aprendemos a gostar vendo os adultos fazerem, quando crianças apenas copiamos. Palavras hoje são perigosas também. Ontem vi na TV uma psicóloga infantil dando uma lista de frases que não podem os pais nunca dizerem aos filhos. Hoje tudo traumatizará o pequeno Deus.
Não tenho conhecimento prático na arte de educar até porque nunca fui um exemplo de educação, fui criada na base do tapa, mas com muito amor, paralelamente. Talvez hoje eu tenha algumas sequelas psicológicas mas saí na luta da vida e construí uma história independente de quem me criou.
Não dou palpite na educação dos filhos dos outros porque já ouvi mais de uma vez coisas do tipo: "Tenha seus próprios filhos!" Estou indignada sim, com esta juventude ditadora e ao mesmo tempo bunda-mole. Paralelamente vê-se crianças maravilhosas, boas e que sabem dividir e respeitar. Filhos que valorizam e respeitam os mais velhos, filhos que ainda podem ajudar a construir um mundo menos egoísta.
Finalizando tenho que lembrar de uma dupla de meninos que não acompanhei o crescimento, infelizmente, mas vi a mãe desde cedo exigir que as crianças cumprimentassem as pessoas e pedissem licença, por favor. Estes irmãos são primos meus de terceiro grau, hoje, jovens inteligentes e criativos que dá gosto de acompanhar, mesmo de longe. Tenho vários primos que cresceram comigo e hoje, tenho orgulho de lembrar de nossa infância cheia de alegria apesar das dificuldades.
Ah! Meus afilhados pequeno!s Nem sempre sei como agir, e muitas vezes só posso dar amor e dividir meu talento para brincar e rir. Nem sempre tenho dinheiro pra enchê-los de presentes. As mães, sabem disso e esperam de mim, beijos e abraços, amor e a convivência sadia.
Sou da moda antiga, cheguei na fase de dizer coisas do tipo: "No meu tempo era assim, era assado..." e vendo reportagens de crianças no crime, crianças matando, roubando, sexualidade precoce, agredindo os adultos, me deixam abalada e cada vez menos à vontade na presença de pequenos ditadores.
Se vou virar "a louca dos gatos", talvez, mas quero ter a consciência de poder ajudar os pequenos ao meu redor a serem melhores do que fui e melhores que as crianças estragadas. É um reflexo da atualidade, eu sei, crianças não podem e nem devem sair sozinhas na rua porque podem ser sequestradas e molestadas. Ficam reféns do videogame, até aí tudo bem, é bom para o intelecto. O mundo está estranho, apocaliptico demais pro meu gosto. O ser humano está se idiotizando na mídia de massa, muita porcaria pra assimilar, pouca leitura, sei lá.
Tenho uma afilhada grande, fui madrinha de casamento dela. O filho dela é algo muito cativante. Educado, intenso, inteligente, com um vocabulário lindo pra uma criança de 7 anos. Significa que ainda temos chances...não tô amargurada, de forma alguma! E pode discordar de mim, fiquem à vontade.
A educação é pra sempre!
Um bom artigo aqui, leia se quiser,
http://www.aprenderaser.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=31:educacao-para-a-infancia-o-que-significa-infancia-hoje&catid=10:textos&Itemid=12
É isso, boa sorte jovens pais e como dizia minha vó: ´"- É de pequenino que se torce o pepino!"
Beijos
Karen
segunda-feira, maio 27
sábado, março 23
sábado, fevereiro 23
Livros e música
O primeiro livro sobre música ganhei do amigo André Sakr. A compilação em duas partes da tradução de Please Kill Me (Mate-me por favor). Este livro, apesar de dizerem que trata de assuntos errôneos sobre a história do rock nos EUA e Inglaterra, me mostrou facetas e fez eu ir atrás de vários ídolos. Levei o livro para passear nos EUA. Fui até Ann Arbor visitar a cidade onde Iggy Pop nasceu e viveu até a Fun House, sua primeira sede. Também, em Detroit, vasculhei algo sobre Wayne Kramer dos MC´5.
Depois, bem mais tarde, ganhei o livro Apenas Garotos, sobre a vida de Patti Smith, uma autobiografia cheia de fotos fantásticas onde ela mesma relata sua incursão ao mundo da poesia e ídolos do rock no início do CBGB´s. Também fala bastante de sua relação amorosa e duradoura com Robert Mapplethorpe até ele se assumir homossexual. Este livro ganhei do Eduardo, hoje meu marido, colecionador de vinis e estudioso do Rock. Ironia do destino, ele me presenteou com um livro muito bem feito da História dos Ramones e outro, que não é rock, mas adoro, do meu ídolo brasileiro Chico Buarque.
Tenho um amigo "brother" de mais de uma década, o Heros, que neste aniversário de 39 anos me presenteou com um livro muito arrebatador. A autobiografia de Johnny Ramone, dos Ramones, banda que sempre gostei muito. Tenho camisetas, discos e agora, dois excelentes livros.
Este livro, em particular disseca detalhes tenebrosos da personalidade do Johnny Ramone. Um irlandes-americano (que se considerava americano puro), filho de militar, meio reacionário, super republicano anti-comunista. Durante um período da leitura, me decepcionei com a ranzizice dele e suas ideias totalmente preconceituosas, porém se não fosse ele, os Ramones nunca teriam virado uma lenda. Autoritário e de poucos amigos, não colecionava mulheres, nem usava drogas, ao contrário de Dee Dee Ramone, que era um dos grandes baixistas e gênio criativo dos Ramones assim como Joey que eram difíceis e loucões. Por incrível que pareça, ele não gostava muito dos integrantes da banda, via a banda como um emprego que o fez acumular 1 milhão de dólares até 2004, quando veio à óbito de câncer de próstata.
Vale a pena conferir. Edição de luxo, capa dura e fotos bacanas. Excelente presente para eu sempre lembrar destes amigos que conviveram comigo por 1 década de rock, apaixonadamente!
Karen












